“Na igreja do Senhor do Bonfimno altar-mor da capelamora uma baleia.adormecida pelo canto do Senhor do Bonfim!Mas ah, pobre de quem retirar a imagem do Santo do altar!Se esse infortúnio um dia acontecer,começará a jorrar água da capela e toda Icó será inundada.”
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Sobre as criações
Sobre quem cria
“Na igreja do Senhor do Bonfimno altar-mor da capelamora uma baleia.adormecida pelo canto do Senhor do Bonfim!Mas ah, pobre de quem retirar a imagem do Santo do altar!Se esse infortúnio um dia acontecer,começará a jorrar água da capela e toda Icó será inundada.”Raquel Lara Rezende, poema inspirado em uma das lendas da cidade”
Sobre o território
Icó, também é conhecida como a “cidade das lendas”, pela imensa quantidade de causos narrados pelos moradores. Os protagonistas das histórias são as gentes do lugar que com seus costumes, sua forma singular de se comportar e de imaginar e contar histórias, misturam o sério com o jocoso, a ingenuidade com a astúcia sertaneja, e trazem ao trágico um ar cômico. Uma história bem conhecida na cidade, explica porque o lugar também é conhecido como a “Terra do Louro”.
Conta-se que houve um momento, no século XIX que as plantações sofriam com uma praga de louros, ave também conhecida como papagaio. Os senhores fazendeiros, então, passaram a oferecer aos escravos recompensa de uma moeda por cada cabeça de louro cortada. Dessa passagem da história surgiu uma lenda que se tornou emblemática da cidade e que chegou a ganhar diferentes versões, algumas com tom mais jocoso. Por ocasião de uma enchente, desceu um papagaio falante que aos gritos dizia: “Salve-me, Acudam-me!”. Resgatado das águas pelos icoenses, o papagaio então perguntou onde estava e, ao saber que se encontrava em Icó, disse: “Pois, joguem-me na enchente, pois nessa terra eu não fico! Prefiro morrer afogado que degolado!”
Localização
📍 Icó / CE