O grupo Linhas de Minas é composto por aproximadamente 20 mulheres da Vila de São José dos Lopes, zona rural de Lima Duarte, em Minas Gerais, e produz diversos produtos em Bordado Livre e Cestaria com Fibras naturais.
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Endereço: Praça Santo Antônio 250 – São José dos Lopes, · do Quilombo Associação das Artesãs Arte · CEP 36140-000
Sobre as criações
O grupo Linhas de Minas é composto por aproximadamente 20 mulheres da Vila de São José dos Lopes, zona rural de Lima Duarte, em Minas Gerais, e produz diversos produtos em Bordado Livre e Cestaria com Fibras naturais.
No bordado, seus pontos livres dão vida a jogos americanos, almofadas, toalhas de mesa, cachecóis, kaftans e até cadeiras, luminárias e bancos. Para tanto, o grupo estabelece parcerias com artesãos e marceneiros locais, fomentando a economia na região.
Valorizam a riqueza cultural preservada na vila, trabalhando com temas locais, bordando o cotidiano rural, a arquitetura, bem como a flora e a fauna locais. Exploram suas imagens do dia-a-dia: uma diversidade de pássaros, orquídeas, cirandas de crianças e a igrejinha de Ibitipoca. São esses retratos da pequena vila, somados à tradição da cestaria, que encantam seus clientes e turistas que passam por ali, com a sutileza e originalidade do trabalho, que envolve mulheres artesãs e dão a elas autonomia, renovam o olhar para a vida simples e o contato com a natureza abundante.
Na cestaria desenvolvem cestos, pufes, tapetes, luminárias, dentre outros, explorando o conhecimento tradicional de herança indígena em relação ao uso das fibras de Taboa e Bananeira.
Para o trabalho com Taboa, os processos implicam no corte coleta, feitos pelos homens da comunidade, secagem por uma semana no “Giral” – tablado suspenso feito de bambu – para posteriormente serem separadas em 03 grupos: as mais grossas para cestos; as mais maleáveis e delicadas, com as quais são feitas os tapetes na tecelagem; e, o Fio da Taboa, que é fino e maleável, e pode ser usado para fazer crochê e luminárias.
Já a Fibra de Bananeira, nessa localidade, passa por um processo especial: após o corte do cacho, o caule é deixado por 15 dias no chão, período em que ganha um brilho “amarelo ouro”. Só após esse período a fibra é desfiada e pendurada para secagem. Já com as fibras secas, as artesãs fazem as tranças que serão costuradas para compor os cestos.
No bordado, seus pontos livres dão vida a jogos americanos, almofadas, toalhas de mesa, cachecóis, kaftans e até cadeiras, luminárias e bancos. Para tanto, o grupo estabelece parcerias com artesãos e marceneiros locais, fomentando a economia na região.
Valorizam a riqueza cultural preservada na vila, trabalhando com temas locais, bordando o cotidiano rural, a arquitetura, bem como a flora e a fauna locais. Exploram suas imagens do dia-a-dia: uma diversidade de pássaros, orquídeas, cirandas de crianças e a igrejinha de Ibitipoca. São esses retratos da pequena vila, somados à tradição da cestaria, que encantam seus clientes e turistas que passam por ali, com a sutileza e originalidade do trabalho, que envolve mulheres artesãs e dão a elas autonomia, renovam o olhar para a vida simples e o contato com a natureza abundante.
Na cestaria desenvolvem cestos, pufes, tapetes, luminárias, dentre outros, explorando o conhecimento tradicional de herança indígena em relação ao uso das fibras de Taboa e Bananeira.
Para o trabalho com Taboa, os processos implicam no corte coleta, feitos pelos homens da comunidade, secagem por uma semana no “Giral” – tablado suspenso feito de bambu – para posteriormente serem separadas em 03 grupos: as mais grossas para cestos; as mais maleáveis e delicadas, com as quais são feitas os tapetes na tecelagem; e, o Fio da Taboa, que é fino e maleável, e pode ser usado para fazer crochê e luminárias.
Já a Fibra de Bananeira, nessa localidade, passa por um processo especial: após o corte do cacho, o caule é deixado por 15 dias no chão, período em que ganha um brilho “amarelo ouro”. Só após esse período a fibra é desfiada e pendurada para secagem. Já com as fibras secas, as artesãs fazem as tranças que serão costuradas para compor os cestos.
Sobre quem cria
Na vila de São José dos Lopes sempre houveram bordadeiras talentosas que, como em muitas das vilas rurais brasileiras, aprenderam a bordar com suas ancestrais como parte das atividades ensinadas entre mulheres.
Foi apenas em 2018 que um pequeno grupo passou a se reunir na Casa do Sol, uma associação cultural local, para bordar. A iniciativa de formar esse grupo foi da agente cultural Letícia Nogueira que, ao conhecer Analice, sua mãe e sua madrinha, que já bordavam, com o propósito de reunir mulheres da vila e desenvolver um trabalho coletivo.
Foi apenas em 2018 que um pequeno grupo passou a se reunir na Casa do Sol, uma associação cultural local, para bordar. A iniciativa de formar esse grupo foi da agente cultural Letícia Nogueira que, ao conhecer Analice, sua mãe e sua madrinha, que já bordavam, com o propósito de reunir mulheres da vila e desenvolver um trabalho coletivo.
Localização
📍 Lima Duarte / MG
Crédito da foto: Celine Billard